terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Boa Tarde ;
Caros pacientes , informamos que a Dra. Simone não atende o plano UNIFÁCIL da UNIMED.

A rede Unifácil tem médicos próprios e clinicas também.
Ao marcar sua consulta gentileza observar se este é o seu plano para evitar transtornos futuros.

Agradecemos a Compreensão

terça-feira, 19 de novembro de 2013



Desejamos a todos os clientes e pacientes , um Natal repleto de paz e um ANO NOVO cheio de
saúde e muitas conquistas.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Verdades e Mitos
 
Desvende os mitos sobre a saúde e beleza da pele

Não se deve operar sinais senão podem virar câncer?
Mito. É frequente alguém dizer: "o fulano tinha um sinal que foi operar e virou um câncer. Não devia ter mexido...". Com toda certeza já era um câncer antes de ser operado. Operar um sinal ou pinta não provoca a sua transformação em câncer da pele.
Pintas e sinais podem virar câncer?
Verdade. Alguns tipos de sinais, como os nevos pigmentados (sinais escuros), podem se transformar em um câncer da pele chamado de melanoma.
Psoríase e vitiligo são doenças contagiosas?
Mito. A psoríase e o vitiligo não oferecem o menor risco de contágio para qualquer pessoa que entre em contato com os portadores da doença.
Psoríase e vitiligo não tem cura?
Mito. A psoríase e o vitiligo podem ser curados clinicamente, com o desaparecimento completo dos sintomas e recuperação total da pele. Entretanto, não se pode afirmar que a doença nunca mais voltará a manifestar seus sintomas.
Estrias não tem cura?
Verdade. As estrias são irreversíveis, e os tratamentos disponíveis (mesoterapia, subcisão, dermoabrasão, peelings e uso de certos tipos de ácidos ou laser) apenas visam melhorar o aspecto das lesões tornando-as mais semelhantes ao tecido sadio ao redor. Nenhum tipo de tratamento pode, ainda, fazer a pele voltar ao que era antes.
Usar óleo de amêndoas para hidratar a pele evita as estrias da gravidez?
Mito. As estrias ocorrem em pessoas com tendência a elas. Mulheres que usaram hidratantes podem ter estrias e mulheres que não usaram podem não ter. De qualquer forma, recomenda-se a hidratação profunda da pele pois pode ajudar a evitá-las, mas não são a certeza de que elas não vão aparecer.
Cremes para estrias funcionam?
Mito. Os cremes para estrias atualmente comercializados não acabam com as estrias porque elas são irreversíveis. Mesmo os cremes a base de ácidos, formulados pelos médicos, e que são mais ativos que as substâncias presentes nos cremes comerciais, tem apenas um efeito de melhora sobre o aspecto das estrias.
Banho demais faz mal à pele?
Verdade. A água não faz mal à pele porém, o uso excessivo de sabonetes pode retirar a camada de oleosidade necessária para a manutenção da integridade da pele, causando o seu ressecamento, especialmente nos idosos e em cidades com clima seco.
Banhos quentes aumentam a oleosidade da pele?
Verdade. Em pessoas com pele oleosa, a água quente pode estimular a secreção de mais oleosidade nas áreas de pele oleosa.
Passar soro fisiológico na pele faz bem?
Mito. Soro fisiológico é apenas água e sal, não tem qualquer efeito benéfico para a pele.
As simpatias para tratar verrugas funcionam?
Verdade. As simpatias podem funcionar para algumas pessoas. As verrugas são doenças causadas por vírus. As simpatias provocam uma auto-sugestão de que a pessoa vai ficar curada. Isto pode estimular seu sistema imune a combater os vírus, eliminando as verrugas.


Créditos para o site : dermatologia.net

quarta-feira, 12 de junho de 2013

TOXINA BOTULÍNICA - BOTOX®


-->
As marcas de expressão aparecem na face, na forma de sulcos ou rugas. São provocadas pela ação dos músculos de expressão. O uso destes músculos varia de uma pessoa para outra. Algumas pessoas usam muito mais e outras pessoas menos. O que acontece ao longo do tempo é que o músculo sendo contraído repetidas vezes fica hipertrofiado e com a tonicidade aumentada ( Tônus é o grau de contração que permanece mesmo no músculo em repouso ). Tudo acontece como se o músculo da expressão houvesse sido submetido à um programa de musculação. Esta hipertrofia forma sulcos e rugas que aparecem de forma muito marcada no momento da expressão e permanece, um pouco menos marcado, mesmo quando não se está contraindo o músculo. Esses sulcos e rugas permanecem justamente pelo efeito da hipertrofia e do tônus musculares.
Com o passar do tempo, e com a instalação do processo de envelhecimento, a pele se quebra e as rugas ficam mais acentuadas e marcadas. A ação da luz solar, provocando o fotoenvelhecimento, tira a elasticidade e todo esse processo se acentua dando um aspecto envelhecido na pele do rosto.
A Toxina Botulínica (BOTOX) que é uma substância produzida pela bactéria Clostridium Botulinum ,tem uma potente ação, mas usado em pequenas doses, não faz nenhum mal, e pode melhorar os aspectos de envelhecimento facial. A dose usada para fins estéticos é de 25 a 50 unidades e a que faz mal ao ser humano é de 3000 unidades. A pequena quantidade usada com fins estéticos obtém os efeitos sem perigos para a saúde.
O BOTOX é usado para corrigir as rugas de expressão. As rugas da testa, o sulco entre as sobrancelhas e os famosos "pés de galinha" podem ser beneficiados com o método. Outras áreas também podem ser tratadas. O Lifting com BOTOX , é uma técnica que eleva o canto das sobrancelhas e abre a os olhos, com um efeito muito interessante. A técnica consiste em injetar a substância no músculo cuja hipertrofia e tônus provoca o aparecimento das rugas. Assim se obtém uma paralisia temporária ( obviamente, de músculos desnecessários) , com o desaparecimento das rugas mais leves e atenuação das mais profundas.
TIRANDO DÚVIDAS :

O que são rugas dinâmicas?
As rugas dinâmicas, ou rugas de expressão, são aquelas provocadas pela contração muscular da mímica facial, que leva, ao longo do tempo, à formação de vincos na pele.

Como funciona o tratamento?
A toxina botulínica atua impedindo a contração dos músculos faciais que dão origem às rugas. Com o relaxamento da musculatura, as rugas atenuam-se.
Onde pode ser utilizado?
Os lugares em que o BOTOX apresenta melhores resultados é na parte superior da face. Pode ser aplicado para as rugas frontais ( testa) , glabelares ( entre as sobrancelhas) e periorbitais (pé de galinha). Nestes locais o BOTOX apresenta os melhores resultados e é considerado o melhor tratamento, para os casos de envelhecimento e de rugas de expressão .Uma outra ótima aplicação do BOTOX é o Lifting com BOTOX , a elevação do canto das sobrancelhas e abertura dos olhos.
Como é feito o procedimento?
O BOTOX é aplicado com microagulhas, muito finas, que possuem uma camada de silicone protetor, que permite a punção ser muito fácil, e com mínima dor. A toxina, diluída em soro fisiológico, é injetada sob a pele, em pontos escolhidos de acordo com as rugas que serão tratadas.
O tratamento com a toxina botulínica deixa a pessoa sem expressão?
Quando o procedimento é realizado sem exagero, tratando os grupamentos musculares que produzem mais rugas, a expressão da pessoa não é afetada. Vale a pena lembrar que nem todas as pessoas formam "pés de galinha" ao sorrir e nem por isso seu sorriso é inexpressivo.
Dói para aplicar?
Por ser injetado com uma agulha muito fina, a maioria dos pacientes relata que é perfeitamente suportável a sensação da picada. Alguns nem a sentem. Pessoas mais sensíveis podem utilizar um creme anestésico, aplicado 30 a 60 minutos antes do procedimento, para atenuar o incômodo.
Em quanto tempo o efeito ocorre?
O efeito começa a ser observado nas primeiras 48 horas e aumenta gradativamente nos 10 a 15 dias subsequentes à aplicação, quando se estabiliza.
Qual a duração do efeito?
O efeito do tratamento dura cerca de 6 meses, sendo então necessária uma nova aplicação para a manutenção dos resultados. Este tempo pode variar de acordo com cada pessoa. O procedimento pode ser repetido diversas vezes e, com a continuidade do tratamento, a duração do efeito pode aumentar.
Pode tomar sol após a aplicação?
Não há restrições ao sol por causa do tratamento, no entanto, recomenda-se o uso de filtro solar porque o objetivo é o rejuvenescimento facial.
Tem efeitos colaterais?
Não são conhecidas reações alérgicas à toxina botulínica,mas pode ocorrer dor de cabeça leve e transitória logo após a aplicação e também a formação de pequena equimose ("mancha roxa") no local de uma ou outra picada da agulha.
A ptose palpebral (abaixamento da pálpebra superior) pode ocorrer em 1% dos casos, sendo reversível em cerca de 2 semanas. Para evitar riscos de ptose palpebral, quem se submete à técnica não deve se deitar ou manipular os locais da aplicação durante 4 horas após o procedimento.
Lifting com BOTOX
Os músculos da região frontal tem um equilíbrio, quando a toxina botulínica, BOTOX ou Dysport são aplicados, ocorre um bloqueio do movimento muscular.
Se a toxina for aplicada com um determinado cuidado, nós bloqueamos a parte que provoca as rugas e deixamos ativa a que eleva o canto da sobrancelha.
Com isso , a parte que não recebeu a toxina fica hiper-ativa e eleva o canto da sobrancelha, abrindo os olhos e conseguindo um efeito lifting. Esta técnica tem que ser muito bem aplicada para evitar exageros e deixar o semblante natural, que é o objetivo do tratamento.

Toxina botulínica x hiperidrose
A substância é aplicada através de injeções na pele da região axilar ou das palmas das mãos, com intervalos de cerca de 1 a 2cm entre cada aplicação, nas áreas onde a produção de suor é mais intensa.
O efeito máximo ocorre em cerca de 2 semanas e o tratamento apresenta boa eficácia, com interrupção da sudorese na área tratada. A duração do efeito pode chegar até a 8 meses, quando é necessário reaplicar a toxina.
Em relação a efeitos adversos, na região axilar, eles praticamente não ocorrem e o principal obstáculo ao seu uso ainda é o alto custo da toxina botulínica, pois o tratamento exige uma grande quantidade da substância.
Nas palmas das mãos, os principais inconvenientes são o fato da aplicação ser bastante dolorosa e a possibilidade de ocorrer diminuição da força muscular das mãos.

A Dra. Simone Faz Aplicação de BOTOX facial e também para tratamento da Hiperidrose Axilar.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

" Um Lugar ao sol para a vitamina "



Posição da Sociedade Brasileira de Dermatologia acerca da matéria publicada na revista Veja (Edição 2.304) de 16 de janeiro de 2013, denominada: Um Lugar ao sol para a vitamina.




O debate, dentro do meio científico, acerca dos benefícios relacionados à Vitamina D e a exposição ao Sol não é recente, e é motivo de diferentes publicações na literatura.
O tema é controverso e envolve, entre outros fatores, a orientação acerca da necessidade para a exposição ao sol versus a fotoproteção, medida frequentemente orientada pelos dermatologistas a seus pacientes, para a prevenção do câncer de pele, do fotoenvelhecimento e no tratamento de discromias e outras fotodermatoses.
A Sociedade Brasileira de Dermatologia, entidade que congrega mais de 6000 dermatologistas Brasileiros, sente-se na obrigação de manifestar uma posição formal, baseada em referências de literatura e em sintonia com outras entidades representativas internacionais.
A orientação da SBD deve servir também como fonte de informação e orientação para que seus associados possam se posicionar frente à manifestação de pacientes, particularmente acerca da necessidade de fotoproteção.
Para a adequada compreensão do posicionamento, entendemos necessária a manifestação clara de algumas premissas, apresentadas abaixo:

1 – Benefícios da Vitamina D

O único benefício reconhecidamente relacionado à Vitamina D é sua relação com a saúde óssea, através da participação no metabolismo do cálcio. Níveis adequados de vitamina D estão relacionados à prevenção do raquitismo e da osteoporose.
Segundo a posição formal do Instituto Nacional de Medicina dos Estados Unidos da América (IOM), publicada no ano de 2011 no Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism1, a evidência de que a vitamina D ou o cálcio reduzem o risco ao desenvolvimento de doença crônica não–esquelética é inconsistente, inconclusiva e não atende aos critérios de relação causa-efeito. Evidências vindas de estudos randomizados são esparsas”.

2 – Níveis Séricos de Vitamina D3

A definição de Deficiência de Vitamina D, baseada nos níveis séricos de vitamina D3 também é motivo de controvérsia na literatura: Valores acima de 30 ng / ml ( > 75 nmol / l) são considerados como satisfatórios por todos os autores. Níveis inferiores a 20 ng / ml (< 50 nmol / l) podem ser consensualmente considerados como definição de Deficiência de Vitamina D, pois cobrem a necessidade de mais de 97,5% da população. A controvérsia relaciona-se aos valores compreendidos entre 20 e 30 ng/ml, onde alguns autores definem uma situação intermediária, denominada de “Nível Insatisfatório”. A variação do ponto de corte pode produzir um aumento bastante expressivo no número de indivíduos classificados como deficientes, conforme são apresentados em algumas estatísticas mais alarmistas. Dados epidemiológicos mundiais mostram que somente cerca de 30% dos indivíduos apresentam índices de vitamina D menores que 20 ng/ml e, portanto, podem ser classificados como deficientes, de forma consensual2.

3 – Exposição ao Sol e Vitamina D
A radiação Ultravioleta do tipo B (UVB), com pico de ação em 296nm, atua no metabolismo da vitamina D, transformando, na epiderme, 7-Dehidrocolesterol em pré-colecalciferol (pré-Vitamina D3). A partir daí, uma sequencia de reações metabólicas de hidroxilação vão ocorrer no fígado e nos rins, até a produção da Vitamina D (1,25-dihidrocolecalciferol).
A dose estimada de UVB necessária para a produção de 1000 UI de Vitamina D é de 0,25 Doses Eritematosas Mínimas (DEM), em cerca de 25% da área corporal total. É, portanto uma dose considerada pequena, se comparado à dose necessária para produção de eritema.
Segundo estudo publicado por De Paula Correa et al3, avaliando o nível de radiação na cidade de São Paulo durante um período de 3 anos, a exposição não intencional ao ambiente externo pelo tempo de 10 minutos diários, somente das mãos e face, seria suficiente para a produção adequada de Vitamina D em uma pessoa de Fototipo II. Os dados apresentados pelo estudo já consideram os dias nublados e chuvosos, portanto, somente 10 minutos de exposição ao ambiente externo, qualquer que seja o clima, somente de mãos e face, seriam suficientes para a produção de vitamina D na cidade de São Paulo. Isso demonstra que, em um país com altos níveis de insolação, como o Brasil, devemos ter maior preocupação com os riscos relacionados à exposição solar do que com os riscos relacionados à sua não-exposição
Em relação ao horário de exposição ao Sol, sabemos que o nível de radiação UVB no período anterior às 10 horas da manhã e após as 15 horas (desconsiderando-se o horário de verão) é mínimo, não justificando a exposição solar durante esses períodos, particularmente com a intenção de produção de vitamina D

4 – Exposição ao Sol e Desenvolvimento do Câncer de Pele
A incidência do Câncer de pele Não melanoma e Melanoma tem crescido em todo o mundo há décadas, sendo o mais frequente entre os canceres do corpo humano.
Já está muito bem estabelecido na literatura, e não seria motivo deste texto discorrer sobre o assunto, a relação de nexo causal entre a exposição solar e o desenvolvimento do Carcinoma Espinocelular. Além disso, diferentes estudos também apontam a participação da radiação solar também no desenvolvimento do Carcinoma Basocelular e do Melanoma Cutâneo

4 – Proteção Solar e Vitamina D
Sabemos que o uso adequado de fotoprotetores reduz de forma siginifcativa a quantidade de radiação UVB que atinge a superfície cutânea, podendo, desta maneira, interferir teoricamente na produção de Vitamina D.
Entretanto, na prática sabemos que o uso regular de fotoprotetores não levam à deficiência de vitamina D.
A possível justificativa encontrada seria a de que, pelo fato dos usuários não aplicarem o protetor solar na quantidade adequada e com a frequência e regularidade recomendadas, uma quantidade suficiente de radiação UVB atingiria a superfície da pele para a produção de Vitamina D. Assim, o uso de fotoprotetores, da forma como é habitualmente utilizado pelos usuários não poderia ser considerada como um fator predisponente ao desenvolvimento de deficiência de vitamina D.

Baseado nas premissas acima apresentadas, apresentamos abaixo a posição da SBD em relação à Vitamina D e à matéria publicada pela Revista Veja. Devemos ressaltar que essa posição é semelhante à proposta por outras entidades, como a  Academia Americana de Dermatologia:

1 – A Exposição ao Sol, de forma intencional, não deve ser considerada como fonte para a produção de vitamina D, ou para a prevenção de sua deficiência.
2 – As medidas fotoprotetoras, como uso de roupas e chapéus, óculos escuros e a não exposição ao sol em horários extremos (10hrs-15hrs), continuam como a recomendação mais adequada para a prevenção ao câncer de pele e ao fotoenvelhecimento
2 – O Uso de Protetores Solares com FPS superiores a 30 devem ser recomendados para todos os pacientes, acima de 6 meses, expostos ao sol. Não se deve realizar exposição ao Sol sem o uso adequado de protetores solares. Crianças abaixo de 6 meses não devem se expor diretamente ao Sol e não devem fazer uso regular de fotoprotetores. Não se recomenda o uso rotineiro de Protetores Solares com FPS abaixo de 30.
3 – Pacientes considerados como sendo de risco para o desenvolvimento de deficiência de vitamina D devem ser monitorados através de exames periódicos e podem utilizar fontes dietéticas ou suplementação vitamínica para a prevenção de deficiência de vitamina D.

São considerados fatores de risco para o desenvolvimento de Deficiência de Vitamina  ( D:

Lactentes recebendo amamentação exclusiva
Idosos (pele envelhecida produz menos vitamina D)
Indivíduos com baixa exposição ao sol:
Condições climáticas
Uso rigoroso de medidas de fotoproteção
Cobertura da pele por práticas religiosas
Pessoas com fototipos maiores (fototipos V e VI)
Pacientes com síndrome de mal-absorção
Obesos mórbidos

A dose diária recomendada de Vitamina D para a prevenção de deficiência em indivíduos de risco é a seguinte:

0-12 meses: 400 UI/dia
1 a 70 anos: 600 UI/ dia
> 70 anos: 800 UI / dia

Por fim, a SBD entende que a política para a Prevenção ao Câncer de Pele, através da Fotoproteção Consciente, é medida prioritária em termos de Saúde Pública para o Brasil,  na área da Dermatologia.


  1. Ross A.C. et al. The 2011 Report on Dietary Reference Intakes for Calcium and Vitamin D from the Institute of Medicine: What Clinicians Need to Know. J Clin Endocrinol Metab, January 2011, 96(1):53–58
  1. Binkley N et al. Low Vitamin D Status: Definition, Prevalence, Consequences, and Correction . Endocrinol Metab Clin N Am 39 (2010) 287–301
  1. De Paula Corrêa M, Ceballos JC. Solar ultraviolet radiation measurements in one of the most populous cities of the world: aspects related to skin cancer cases and vitamin D availability. Photochem Photobiol. 2010 Mar-Apr;86(2):438-44


Ass:

Sérgio Schalka
Coordenador do Depto de Fotobiologia

Gabriel Gontijo
Vice-Presidente da SBD

Denise Steiner
Presidente da SBD

Notícia publicada em: 15/1/2013

sábado, 15 de dezembro de 2012

SENHORES PACIENTES :

ESTAREMOS EM PERÍODO DE FÉRIAS A PARTIR DO DIA 28/12/2012 ATÉ  O DIA  13/01/2013, RETORNANDO AS ATIVIDADES NO DIA 14/01/2013.


 PARA MARCAR CONSULTAS E PROCEDIMENTOS, ENTRE EM CONTATO A PARTIR DO DIA 17/12/2012 PARA HORÁRIOS APÓS O DIA 14/01/2013.


AGRADECEMOS  A COMPREENSÃO.


ATT.



quinta-feira, 8 de novembro de 2012

"LASER FRACIONADO CO² - UMA OPÇÃO A MAIS PARA CUIDAR DA SUA PELE

LASER FRACIONADO CO²



No último congresso internacional de dermatologia que ocorreu em abril/2011 na Coréia do Sul, a novidade para rejuvenescimento, melhora de cicatrizes de acne, além de outras cicatrizes e melhora parcial das estrias antigas(brancas), foi o laser de CO2 fracionado mais moderno que são os superpulsados.  Outra indicação foram os casos de melasmas dérmicos, que são mais profundos e que não melhoram com nenhum outro tratamento tópico.


Resurfacing com laser de CO2 fracionado
Na história do laser, os de CO2 mostraram ser o tipo de equipamento com resultados mais efetivos no rejuvenescimento. Um novo aparelho de laser de CO2 promete trazer vantagens sobre esta técnica já consagrada de tratamento da pele danificada, substituindo-a por uma de aspecto mais jovial.
Os alvos deste tipo de tratamento são: as linhas finas da face, especialmente aquelas ao redor da boca, dos olhos, das maçãs da face e da testa, a flacidez das pálpebras e do contorno facial, manchas faciais e cicatrizes, em especial da acne e melasmas dérmicos 
Como funciona o laser de CO2
O laser de CO2 apresenta grande afinidade pela água presente na pele, causando rápido aumento de temperatura e destruição do tecido. Como provoca maior grau de lesão tecidual, ele tem melhor resultado para casos com indicação de peelings profundos, pois penetra até a segunda camada da pele.
Além disso, este laser aquece as camadas mais profundas da pele, estimulando a remodelação do colágeno e contração da mesma, o que provoca uma diminuição da flacidez.
O inconveniente dos lasers mais antigos é que a destruição tecidual era muito intensa, causando um tempo de recuperação prolongado e nem todos podem ou estão dispostos a passar por este inconveniente.


As vantagens do fracionado
No caso do CO2 fracionado o feixe de laser é separado em vários microfeixes de luz, como se fosse um chuveiro. Com isso, o laser atinge micropedaços da pele, deixando ilhotas de pele intacta entre as áreas de pele atingida.
É essa pele que não foi afetada que vai facilitar a cicatrização das colunas de tecido atingidas pelo laser. As pequenas pontes de pele intacta permitem a reestruturação da epiderme (camada superficial da pele) de uma forma mais rápida e possibilita ao paciente um retorno às suas atividades normais num tempo mais curto.
Os estudos apresentados durante o Congresso mostraram melhora nas linhas, manchas, rugas, cicatrizes, flacidez e outras irregularidades da pele. Aparentemente, como acontece com o laser de CO2 tradicional, este aparelho também estimula a formação de uma nova camada de colágeno. A melhora da pele ocorre já na recuperação, entretanto os efeitos para flacidez e estrias demoram em torno de 3 meses e continuam até 6 meses após o procedimento.
Devemos lembrar que todos os procedimentos médicos têm riscos e benefícios. Faça sempre uma consulta com um dermatologista antes de se submeter ao tratamento.

Fonte: MedNews  


MARQUE SUA CONSULTA  E FAÇA UMA AVALIAÇÃO.  
(*consultas para avalição através de convênio ou particular)





segunda-feira, 1 de outubro de 2012

" DICAS PARA SEU DIA A DIA "


Cuidados com a pele ressecada e/ou descamativa:
  • não tome banhos muito quentes, eles retiram a oleosidade natural da pele.
  • evite se ensaboar demais e não use bucha, isso retira a hidratação natural da pele. Prefira sabonetes suaves, "hidratantes".
  • se tomar 2 banhos por dia, ensaboe o corpo todo em apenas 1 deles. No outro, só ensaboe as áreas de dobra de pele (axilas, regiões inguinais e nádegas).
  • logo após o banho, com a pele ainda úmida, use um hidratante nas áreas ressecadas. Procure um dermatologista para saber qual o hidratante mais indicado para sua pele.
  • beba bastante água e coma frutas, legumes e verduras.
Cuidados com a pele oleosa:
  • evite usar hidratantes nas áreas de pele oleosa, eles raramente são necessários. Mesmo se logo após o banho, a pele parece ressecada, em pouco tempo a oleosidade natural vai retornar.
  • evite lavar a face com água quente, pois isso estimula a produção de mais oleosidade.
  • evite alimentos gordurosos.
  • beba bastante água e coma frutas, legumes e verduras.
  • só use filtros solares ou cosméticos com o rótulo oil free (sem óleo).
  • se, além de oleosa, a pele descama ou fica avermelhada ou com coceira, procure um dermatologista, você pode estar com dermatite seborréica.
Cuidados com os cabelos oleosos:
  • evite usar condicionadores próximo à raiz dos cabelos ou xampus que contenham condicionadores na sua fórmula (2 em 1).
  • evite lavar a cabeça com água quente.
  • evite alimentos gordurosos e bebida alcoólica.
  • beba bastante água e coma frutas, legumes e verduras.
  • cuidado com o estresse, ele pode aumentar a produção de oleosidade.
  • se além da oleosidade tem caspa e coceira, pode ser a dermatite seborreica .Neste caso, procure um dermatologista para o correto diagnóstico e tratamento.

Cuidados com os cabelos ressecados e com pontas duplas:
  • use condicionadores após o xampu.
  • use regeneradores de pontas após o banho.
  • evite pentear frequentemente os cabelos.
  • evite fazer escova.
  • evite o calor intenso dos secadores.

Cuidados com as unhas:
  • não corte as unhas até o "sabugo", deixe sempre uma pequena porção da borda livre.
  • não corte as unhas dos pés pelos cantos, isso evitará que elas encravem.
  • não retire ou afaste as cutículas, elas protegem a matriz ungueal da ação de substâncias químicas e/ou microorganismos.
  • evite usar endurecedores de unha, eles podem causar ressecamento e manchas.
  • evite deixar as mãos úmidas por muito tempo. A umidade excessiva favorece o surgimento de micoses como o "unheiro".
  • deixar de usar esmaltes durante 1 semana por mês, usando um hidratante com uréia neste período, ajuda a evitar o ressecamento e desfolhamento das unhas.
  • qualquer alteração como bordas desfolhando ou quebrando, manchas, descolamento ou espessamento da unha, procure um dermatologista para o correto diagnóstico e tratamento.

Como evitar as micoses da pele?

A umidade da pele, provocada pelo suor ou pelo costume de não se enxugar adequadamente após o banho, favorece o surgimento das micoses da pele. Hábitos higiênicos são importantes para se evitá-las. Previna-se seguindo as dicas abaixo:
  • seque-se sempre muito bem após o banho, principalmente as dobras de pele como as axilas, as virilhas e entre os dedos dos pés.
  • evite ficar com roupas molhadas por muito tempo (sungas, maiôs, etc.)
  • evite o contato prolongado com água e sabão.
  • não use objetos pessoais (roupas, calçados, pentes, toalhas, bonés) de outras pessoas.
  • não ande descalço em pisos constantemente úmidos (lava pés, vestiários, saunas).
  • observe a pele e o pêlo de seus animais de estimação (cães e gatos). Qualquer alteração como descamação ou falhas no pêlo procure o veterinário.
  • evite mexer com a terra sem usar luvas.
  • use somente o seu material de manicure.
  • evite usar calçados fechados o máximo possível. Opte pelos mais largos e ventilados. Use sempre meias de algodão.
  • evite roupas quentes e justas. Evite os tecidos sintéticos, principalmente nas roupas de baixo. Prefira sempre tecidos leves como o algodão.

Dicas relativas à pele das crianças

  • "bolhinhas" com puz na pele ou feridas que não cicatrizam podem ser impetigo. Em alguns casos, a enfermidade pode desencadear uma doença que afeta os rins, portanto deve ser tratada logo no início.
  • e o seu filho frequenta piscina e estão aparecendo uns "carocinhos" bem pequenos com uma depressão no centro ele pode estarcom molusco contagioso. A doença também deve ser tratada logo no início pois se alastra com facilidade tornando o tratamento mais difícil.
  • coceira na nuca pode ser sinônimo de piolhos, local predileto deles também no adulto. Procure por eles ou pelas lêndeas, pontos brancos aderidos aos fios, que são os ovos dos parasitas.
  • se seu filho brinca em caixas de areia ou na praia e aparecer uma mancha avermelhada, coçando muito e fazendo um caminho sinuoso semelhante a um caminho de serpente, pode ser larva migrans, também conhecido como "bicho geográfico".
  • nem toda mancha branca que aparece após a praia, é "micose de praia". Outras doenças, como a pitiríase alba, ou deficiência de vitamina A podem ser a causa das manchas.
  • se o seu filho toma mais de um banho por dia, evite a água muito quente e ensaboá-lo demais, o que pode provocar ressecamento e diminuir a barreira protetora da pele. Dê preferência a sabonetes suaves.
  • coceira na dobra dos braços e atrás dos joelhos, acompanhadas de aspereza e vermelhidão, podem ser provocadas pela dermatite atópica, doença comum em crianças e "da família" da asma e rinite alérgica.
  • evite cortar as unhas dos pés dos recém-nascidos muito curtas, principalmente se eles usam macacões com pé, pois elas correm o risco de encravar.
  • coceira pelo corpo, que piora à noite, atingindo principalmente abdômen, genitais, umbigo, espaços entre os dedos das mãos, axilas e punhos podeser escabiose, principalmente se outros membros da família também estão coçando.
  • bebês muito aquecidos por excesso de roupas podem desenvolver bolinhas avermelhadas principalmente no tronco e na região do pescoço. É a miliária ou brotoeja.
  • algumas crianças nascem com hemangiomas que são manchas avermelhadas, algumas elevadas. Na maioria das vezes, não necessitam de tratamento, pois regridem sozinhas.

por dermatologia.net

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

AGENDAMENTO ON LINE








Para a maior comodidade dos pacientes aqui do consultório, informamos que as consultas
com a Dra. Simone também podem ser agendadas pelo site da unimed.
Segue abaixo o link para acessar e marcar seu horário .
É simples e prático. 


http://www.consultasunimedbh.com.br/agendamento/gui/principalunimed.aspx

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

INVERNO X PELE ACNEICA - CUIDADOS

Durante o inverno, é comum ocorrer um aumento da oleosidade da pele, estimulada pelo frio, pela diminuição da sudorese e também pelo uso de água quente durante o banho. Lavar a face várias vezes por dia também pode exercer um efeito inverso, pois pode ressecar a pele e estimular uma maior produção de oleosidade.
Como cuidar?
Em primeiro lugar, evite lavar a face várias vezes por dia. Lave-a apenas 2 ou 3 vezes por dia, usando água fria e dando preferência a sabonetes suaves. O uso de substâncias adstringentes auxilia a controlar a oleosidade, devendo-se evitar os sabonetes hidratantes, que podem conter substâncias oleosas em suas fórmulas.
Evite usar hidratantes nas áreas de pele oleosa, eles raramente são necessários. Em caso de ressecamento da pele, que pode ser provocado pelo frio, vento e banhos quentes, deve-se dar preferência àqueles com o rótulo de "oil-free" (livres de óleo) e/ou não-comedogênicos, que significa que não provocam o surgimento de cravos. Em geral, estes produtos são loções aquosas ou do tipo gel.
Se, além da oleosidade, a sua pele apresenta cravos e espinhas, você pode usar produtos que ajudem a controlar o surgimento destas lesões, desobstruindo os poros e diminuindo as inflamações. Alguns tipos de ácidos, esfoliantes e antibióticos de uso local podem ser necessários. Neste caso, você deve consultar um dermatologista para que ele indique o produto mais adequado para a sua pele. Casos mais graves podem necessitar de tratamentos como peelings que, por deixar a pele mais sensível ao sol, tem sua realização recomendada nesta época do ano.
Outra manifestação comum no inverno, também relacionada com o aumento da oleosidade e o frio, é a dermatite seborréica. Ela provoca vermelhidão e descamação da pele da face, que não deve ser confundida com ressecamento. A dermatite seborréica é uma tendência pessoal e exige o uso de medicamentos específicos para o seu controle, que também devem ser indicados pelo médico dermatologista.
E o sol? Exige cuidados também no inverno?
Ao contrário do que se pensa, o sol do inverno não é tão inocente assim. Ele é rico em radiação ultra-violeta A, que apesar de não provocar queimaduras (e, por isso, é comum se pensar que não danifica a pele), é o principal responsável pelo envelhecimento cutâneo.
Na foto abaixo, pode-se perceber o resultado do dano que o sol provoca na pele ao longo da vida. A região do abdômen ficou protegida pela roupa, enquanto o braço recebeu a ação do sol.
Fotoenvelhecimento
Portanto, mesmo no inverno é importante o uso de proteção solar. Pessoas com pele oleosa e acneica devem usar apenas filtros solares com rótulo de "oil-free", e o fator de proteção deve sempre ser igual ou maior que 15, reaplicando-se o protetor a cada 2 horas em caso de permanência prolongada no sol.
A alimentação também é importante para cuidar da pele. No frio bebemos menos água, o que pode colaborar para o ressecamento da pele. Recomenda-se a ingestão de cerca de 2 litros de água por dia. Deve-se, ainda, evitar a ingestão de alimentos gordurosos e aumentar a ingestão de frutas, legumes e verduras.

matéria retirada do site : www.dermatologia.net-